Vigilante

Vigilante Silencioso

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Vigilante

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 Poesia

Autor: Abílio Oliveira

 

Um dos maiores desafios é o de nos relacionarmos com ‘os outros’, de forma saudável, equilibrada e fraterna. E não é menos difícil darmo-nos bem connosco, perceber o que somos, o que queremos, para onde vamos e como decidirmos, nas mais pequenas coisas e circunstâncias. Saber ouvir, com ponderação, é tão ou mais importante do que saber falar ou agir, prontamente, na altura certa e de modo eficiente. E por vezes é mais sensato ficar em silêncio ou aguardar. Algumas coisas apenas se escutam interiormente, em silêncio e a sós, no sussurro calmo e firme de uma ideia, uma imagem, um acorde ou uma voz, que nos ocorre.

“Eu sei que sou nervoso, talvez, por em mim pulsar, um vigilante silencioso.”

Porque nem sempre o ouvimos? Ou não ligamos… Em nós, por nós ou através de nós, há algo que vibra. Sempre. Nas dificuldades, erros, medos ou tristezas…, e nas conquistas, feitos, bravura ou alegrias. E com tudo podemos aprender.

Qualquer que seja a tua interpretação, o vigilante silencioso é, também, quem Somos realmente (e não vemos no espelho), Quem nos incita a viver. Mesmo na incerteza podemos desenvolver a firmeza, na solidão podemos sentir o que nos une, no desespero podemos encontrar a esperança, e (até) na morte podemos desvendar o apelo da eternidade!

 

Dos prefácios:

“Em Abílio, emerge uma busca que parece dele, mas creio minha. Até mesmo a subtileza de emprestar novos significados a velhas palavras, um sonho recorrente meu, que ele desvelou. ‘Vigilante Silencioso’ dividiu a minha dor e multiplicou as minhas esperanças. (…)

Com os poemas de Abílio Oliveira aprendi que somos diferentes como pessoas mas iguais enquanto busca. Comemorei a Vida. Descobri que eu não estou só.”

Carlos Bomfim

 

“Nesta obra, o poeta debate-se com a inquietação da alma, como se de novo nascesse e quisesse compreender o desígnio da sua existência. Neste ressurgir, procura no seu âmago algo de sublime, quiçá divino, que o conduza ao que há de mais puro e grandioso, à elevação do pensamento, ao sonho. (…)

Os seus versos impelem-nos a Ser, plenamente, mas não sós, pois a vida faz sentido quando partilhada, vivida corajosamente, sem receio do futuro…

Mari Rodrigues

 

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